Pensamentos sobre a humildade

9 04 2011

Ser humilde é ter consciência das nossas limitações e capacidades, “… é olhar as coisas como elas são realmente, é auscultar a origem real das coisas, não com os olhos da ilusão, mas com os da realidade…” Hammed.

Muitas vezes, ou na maioria delas, achamos que merecemos mais do que temos (cargos, dinheiro, relacionamentos, etc.) e deixamos de aceitar que a situação atual é fruto de nossas próprias ações e responsabilidades.

Segundo as crônicas de Pedro Bial “Quem não tem humildade por natureza, tem que ser humilde por esperteza”.

Acredito que a ela faz parte do arsenal evolutivo das pessoas mais inteligentes, pois, facilita a auto-observação, o que leva a aceleração do autoconhecimento.

Talvez, as pessoas que praticam a humildade verdadeira, possuem um filtro que as possibilita ouvir as observações externas, como críticas e conselhos, absorvendo aquelas que têm valor daquelas que serão consideradas de outras maneiras.

A humildade permite reconhecermos a nossa verdadeira posição, abrindo uma caminhada menos tortuosa para nossos objetivos

 

Daniel Grigolon Ribeiro

06/04/2011





Mudança…

14 08 2010

Já tentei me comprometer em só falar a verdade, doa a quem doer, mas em pouco tempo percebi que a maioria das pessoas não estavam prontas para ouvi-las, tampouco eu também estava.

É necessário estar preparado para alguns passos, ou simplesmente não estar preparado para nada.

Quanto mais bagagens levamos em nossos caminhos me parece que as mudanças de rota ficam mais difíceis, pois algumas vezes é necessário deixarmos algo e isso nem sempre é fácil: orgulho, hábitos, vícios, arrogância, apego a objetos, a pessoas e lugares.

Como pode ser medida a nossa capacidade de mudança? Quão importante ela é?

A capacidade de mudar no sentido proativo ou, capacidade de se adaptar as mudanças em resposta a algum evento, esta relacionada com a própria sobrevivência dos seres e com nossa evolução. E não estou falando somente de mudanças externas, como de ambiente de convivência ou de meio-ambiente, mas também nas mudanças internas, da forma como vemos o mundo e nós mesmos. Estando preparados ou não é fato ou lei universal que a mudança é algo constante e inexorável! (Heráclito – filosofo grego) e que sempre, a todo momento, vai estar ocorrendo em nossas vidas. Além disso, acredito que essa capacidade faz parte das complexas variáveis que influenciam na nossa felicidade, do nosso sucesso pessoal e profissional.

Daniel G. R. em 14/08/2010





Forma

1 07 2010

Não nos moldemos pelo nosso ambiente,
nossa sociedade ou o que quer
que seja.
Sejamos moldados por nós mesmos,
para nós,
para o Deus que mora dentro de nós…
Pois no final de tudo, o que vale
é o que é realmente importante para nossa alma,
para o que achamos que é digno,
para a nossa nobreza…
a única nobreza: o amor.





Coração x Mente

5 06 2010

“O coração somente acredita no que ele sente,
mas a mente só acredita no que ela conhece.” – do filme The Theory of Everything

Se nossos sentimentos tivessem suas raízes ligadas ao fundo de nossas almas poderíamos ver a realidade como ela realmente é, e não como nós achamos.
Acreditamos termos atitudes, pelo menos 80% do tempo, racionais… temos olhos, mas somos cegos… Pena não vermos todo o preconceito que mora dentro de nós, crenças sem fundamentos herdadas de nossos antepassados, de nossa sociedade e cultura e das milhares de informações que recebemos diariamente, que passam despercebidas pelo nosso filtro mental.
Se acreditássemos em nossos verdadeiros sentimentos não cometeríamos tantas injustiças e veríamos além das máscaras, dos discursos e das velhas e novas maquiagens. Nossa sociedade evolui na direção dos grandes impérios, da possibilidade de consumo cada vez maior, mas onde esta a preocupação com nós mesmos, com as pessoas que estão do nosso lado e com a natureza que nos acolhe?
Onde esta a evolução de nossos relacionamentos?
… cada vez mais distantes de todos, do nosso meio ambiente e de nós mesmos.
Se conseguisse frear um pouco esse turbilhão de coisas de dentro da minha mente e viver mais o presente, prestar mais atenção aos sentimentos dos que me cercam e dos meus próprios sentimentos, poderia dar a minha vida melhores decisões…

Daniel em 05/06/2010

“O coração somente acredita no que ele sente,

mas a mente só acredita no que ela conhece.” – do filme The Theory of Everything

Se nossos sentimentos tivessem suas raízes ligadas ao fundo de nossas almas poderíamos ver a realidade como ela realmente é, e não como nós achamos.

Acreditamos termos atitudes, pelo menos 80% do tempo, racionais… temos olhos, mas somos cegos… Pena não vermos todo o preconceito que mora dentro de nós, crenças sem fundamentos herdadas de nossos antepassados, de nossa sociedade e cultura e das milhares de informações que recebemos diariamente, que passam despercebidas pelo nosso filtro mental.

Se acreditássemos em nossos verdadeiros sentimentos não cometeríamos tantas injustiças e veríamos além das máscaras, dos discursos e das velhas e novas maquiagens. Nossa sociedade evolui na direção dos grandes impérios, da possibilidade de consumo cada vez maior, mas onde esta a preocupação com nós mesmos, com as pessoas que estão do nosso lado e com a natureza que nos acolhe?

Onde esta a evolução de nossos relacionamentos?

… cada vez mais distantes de todos, do nosso meio ambiente e de nós mesmos.

Se conseguisse frear um pouco esse turbilhão de coisas de dentro da minha mente e viver mais o presente, prestar mais atenção aos sentimentos dos que me cercam e dos meus próprios sentimentos, poderia dar a minha vida melhores decisões…

Daniel em 05/06/2010





Ausência

25 05 2010

A ausência é o vácuo

É o nada…

Lugar onde não há…

Fé, ódio, amor, esperança… ação…

Atitude

Lugar que não é lugar

Essa tal ausência que não é,

Mas pode significar tanto…

A ausência é o buraco negro

Onde mora a depressão…

Reclama a seus amigos,

Reclama a seus sentimentos,

Pois sentir é viver,

Ausência é quase morrer…

Reclama sua vida e volta a respirar,

Pois a vida é muito mais do que dizem dela.

Daniel

24/5/2010





Sobre a loucura

21 05 2010

Edward Bond

Nós não podemos falar nada sobre nós e a nossa época, sem começarmos por definir a loucura.
Como é que se explica que nós sejamos seres dotados de razão, enquanto a nossa sociedade é tão ligada à loucura?
Como as pessoas que tem toda a sua razão podem agir como se estivessem loucas e acreditar nas idéias loucas que a sociedade lhe impõe?

Nós podemos encontrar uma resposta com aqueles que perderam a razão.
O que é que os deixou loucos?

As pessoas ficam assim quando não chegam a criar uma relação funcional e prática com a sociedade e com a realidade.
O que eles fazem?

Eles criam uma sociedade que é uma realidade para eles.
Eles ficam loucos para não perder a sua razão.
A sua loucura é a explicação que eles dão para a loucura que eles encontram no mundo.

———————-
http://www.youtube.com/watch?v=EH0mYEWjlRM
(narração desse poema feita por Abujamra)





Mate Pastor

16 05 2010

Dentro do jogo de xadrez, o mate pastor é um tipo de xeque-mate realizado utilizando a rainha, o bispo e uma certa falta de atenção e inocência do adversário, pois, em apenas 4 movimentos a partida é liquidada. O plano de captura do rei inimigo se encontra no ataque primeiramente de uma peça débil, um peão que é defendido pelo próprio monarca. O exército atacante, logo no segundo movimento já mostra sua opção de ataque com a rainha – peça mais poderosa do jogo, porém o exército atacado ignora o lance. Na terceira jogada fica evidente as intenções de ataque (bispo ataca o mesmo peão débil), mas ainda há tempo para a defesa. Porém, mais uma vez o exército atacado não vê o perigo iminente e não prepara nenhum tipo de defesa, que poderia ser até um contra-ataque, e assim recebe o xeque-mate logo no início da batalha.

Não muito diferente do que acontece no xadrez, nos vemos em situações difíceis que, se enxergássemos um pouco além do que nossos próprios objetivos, poderíamos visualizar perigos facilmente identificados. No xeque pastor um ponto fraco foi ameaçado senão uma, mas duas vezes por peças extremamente perigosas (a rainha e o bispo) e nenhuma reação defensora foi esboçada.

Quando não conhecemos nossos pontos fracos e não vemos além dos nossos próprios movimentos, podemos  ser facilmente subjugados.

Daniel








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